Potiguares conquistam o direito à tarifa social de energia elétrica!

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Os moradores do Rio Grande do Norte já podem comemorar! Após longos anos de luta, foi finalmente conquistado o direito à tarifa social de energia elétrica para toda a população. Uma vitória que, para os potiguares, significa um grande avanço social e econômico para o estado. Saiba como essa luta foi vencida e todas as consequências que ela trará para o RN.

Potiguares conquistam o direito à tarifa social de energia elétrica!

Os potiguares têm um motivo a mais para comemorar: a Neoenergia Cosern, em parceria com a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), está oferecendo a Tarifa Social de Energia Elétrica (TSEE).

Quem vão ser os beneficiados?

O benefício isenta em até 100% o valor da conta de luz para quilombolas e indígenas e em até 65% para consumidores de baixa renda inscritos no Cadastro Único (CadÚnico) ou no Benefício de Prestação Continuada (BPC).

Quem vão ser os beneficiados?
Um dos beneficiários – Fonte~/Reprodução: Gov.com

Atualmente, 409.212 pessoas usufruem deste benefício, mas existem ainda mais 333.509 pessoas aptas a ele que não têm inscrição ativa. Para participar da Tarifa Social, é preciso possuir o Número de Inscrição Social (NIS) ou Número do Benefício (BPC/LOAS) atualizados.

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Caso esteja desatualizado, é necessário se dirigir ao Centro de Referência e Ação Social (CRAS) mais próximo para regularizar a situação no CadÚnico do Governo Federal. Quem não possui o NIS ou NB (BPC/LOAS), mas tem uma renda menor do que meio salário-mínimo por pessoa na residência, também pode obter o número no CRAS.

Como é feita a inscrição?

A inscrição na TSEE pode ser feita por meio do WhatsApp da Neoenergia Cosern, pelo site oficial www.neoenergiacosern.com.br, pelo telefone 116, Lojas de Atendimento ou em um dos pontos de atendimento da empresa espalhados por todo o Estado.

Desta forma, os potiguares podem usufruir deste benefício e ter segurança e tranquilidade para lidar com suas contas de luz sem se preocupar com os altos valores cobrados nos últimos meses devido à crise energética.

 

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